O dilema da mulher moderna
por Ilana Levinson
Quando lemos, quando ouvimos resultados de pesquisas acerca dos valores atuais, a primeira reação é de crítica. Mas é o esforço para se manter nas exigências de hoje. O interessante nessas reações é sair do preconceito e transformá-las em algo positivo, para si próprio.
Em recente pesquisa, divulgada pela revista VEJA, as mulheres brasileiras se mostram muito mais preocupadas com o futuro incerto caso não se armem agora, já; de várias estratégias com relação ao envelhecimento do corpo, a beleza, o triunfo profissional e a independência financeira. Mas para a verdadeira satisfação de si própria, fora das exigências sociais, precisam realizar um pequeno detalhe, um plus: Um maridão e o tempão (para cuidar da beleza, da casa e da família como antigamente) e não envelhecer no seu estresse.
O preconceito está num dilema: ser como a mulher de antigamente, caprichosa com a casa, com a comida, generosa, atenciosa e companheira do seu marido, “a bobona” ou a atraente, que mantém seus vinte anos, mesmo com o passar do tempo, sexy, sedutora, auto-suciente, que trai e não se deixa ser traída (na cabeça delas).
Cada pessoa tem que realmente sentir a sua satisfação. Estar bonita, faz parte do pacote saúde e não de luxúrias. Independência financeira feminina, faz parte da sociedade conjugal de hoje, a colaboração da mulher nas despesas, mostrar o seu desejo sexual não é mais espantoso, é atraente para o seu companheiro. Enfim existe um lugar e uma medida para tudo na sociedade de hoje, basta dimencioná-la de acordo com o seu desejo.